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UFPel e demais instituições federais podem entrar em greve. 

27 FEV 2015
27 de Fevereiro de 2015

As aulas na Universidade Federal de Pelotas (UFPel) voltam nesta segunda-feira (2) em meio a mobilizações. A terça-feira será de paralisação dos servidores, que se unem à manifestação nacional, e cruzam os braços em favor de dois pontos: campanha salarial e Plano de Lutas para 2015. O clima também é de expectativa entre os professores, que aguardam a plenária final do 34º Congresso do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior, marcada para esta sexta-feira (27). 

A coordenadora geral da ASUFPel, Maria Tereza Tavares Fujii, ressalta: o movimento serve de alerta ao governo. E, entre as razões, nenhuma é novidade à União, como a precarização dos serviços públicos e a terceirização. Nos dias 7 e 8 de março, um encontro da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra), no Rio de Janeiro, irá indicar os rumos da mobilização. 

“Os trabalhadores da educação têm o menor salário do serviço público. Vamos ter que mudar isso de alguma forma”, enfatiza. Até o momento, a direção da Fasubra ainda não foi recebida este ano. A reivindicação do funcionalismo público federal, como um todo, é de reajuste salarial linear de 27,3%. 

E entre os professores?

A deliberação nacional ocorrerá hoje a partir das 9h. “A perspectiva é de mobilização intensa, mas se vai culminar em greve, não há como prever neste momento”, afirmou a presidente da ADUFPel, Celeste Pereira, na manhã de ontem por telefone, direto de Brasília. E, embora a intenção seja de a categoria manter unidade para ganhar força, não há como adiantar se os profissionais de Pelotas irão ou não seguir a orientação nacional.

 

Uma assembléia geral será realizada nos próximos dias, mas a data ainda não está definida. Os principais pontos em debate no Congresso referem-se a cortes orçamentários que afetam o Ministério da Educação (MEC), a medidas provisórias retirando direitos previdenciários dos trabalhadores e à busca por um plano que mobilize professores na campanha salarial.

Fonte: Diário Popular

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